27ª Edição
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Junho 2020

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4 de junho de 2020

Faz já 3 meses desde que a cultura e a arte sofreram um abalo interminável... O mundo chora.
Choramos pelos artistas e pelos que trabalham no mundo do espetáculo e das artes.

Fazem-nos todos falta. Desde quem monta os palcos até ao artista que neles canta, desde quem vende bilhetes à porta de um museu ao quadro que enche a parede inteira. É tudo muito bonito no mundo da digitalização e no facto de como, cada vez mais, estamos perto uns dos outros, sem o estarmos de facto.

Mas a cultura é muito mais do que isso e não pode deixar de o ser. Todos os artistas e os que os ajudam são um bem de primeira necessidade, imprescindível para a sanidade coletiva. A sustentabilidade das artes não é fixa e, a fragilidade com que o artista tem sido tratado até agora, está à vista. Como se, alguma vez, dispensar a arte e a cultura fosse uma opção... como se não fosse um sistema vital à existência humana.

Quão asquerosa e entediante seria a vida sem artistas?

Julgo então que, por todos, fazemos disto uma carta de amor a todos vocês que estão na guerra, a quem faz de alguma maneira parte da cultura em Portugal. Aos guardiões da sanidade mental coletiva que são os artistas, um obrigada gigante. Não só pela manutenção que fazem todos os dias às nossa ideias e gostos mas, também, pelo tempo que nos dispõem para que não fiquemos aborrecidos, para que tenhamos sempre cultura para beber e para que olhemos para coisas bonitas.

 

Agora, mais que sempre, os tempos são vossos.
Todos unidos pelo presente e pelo futuro da Cultura em Portugal.

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