Entrevista: MAFALDA JESUS

Fotografias: VÁRIOS

BEZEGOL

Falámos com Bezegol, um artista multifacetado, que escreve, canta e produz. Não tem um estilo musical definido, passando pelo reggae, rock e hip-hop, consoante o que pretende transmitir. Ao vivo, promete entregar-se, sempre com o objectivo de dar o seu melhor e criar o melhor som para os seus ouvintes.

1) MELANCIA: Porquê “Bezegol”?
BEZEGOL: Porque já era a minha alcunha muito antes de fazer música.

2) M: O que te atraiu no mundo da música?
B:
Gostar tanto de a ouvir foi o fator principal, depois a curiosidade que me despertava o processo criativo.

3) M: Como surgiu a “Bezegol & Rude Bwoy Banda”? 

B: Foi uma necessária evolução, eu comecei a trabalhar profissionalmente como DJ em clubes do Porto e alguns anos depois comecei a “cortar” temas para alguns amigos, ao mesmo tempo que começava a MATARROA tornei-me DJ dos MATOZOO, coletivo de RAP que entrou em hibernação por volta de 2004/5. Em 2007 lancei o primeiro trabalho em nome próprio o “Rude Bwoy Stand” que ainda apresentei em formato DJ/MC. Ora até aqui as coisas passavam-se muito entre samples, loops e alguns ad-libs de um ou outro convidado, ou seja, não havia muitos instrumentos na criação dos temas e sim muita programação. Quando já em 2009 trabalhávamos o RUDE EP apercebi-me que cada vez mais estava a fugir dessa fórmula programada e entrar no orgânico da coisa, os beats já eram mesmo de uma bateria, o baixo, as guitarras, os teclados já não eram samplados de nenhum álbum. Comecei primeiro por convidar algumas pessoas para gravarem comigo, acabei por convidar algumas dessas para apresentarem o trabalho comigo e foi assim que surgiu a RUDE BWOY BANDA que me orgulho de poder ter atrás de mim dentro e fora do palco.

4) M: Qual é a mensagem principal da tua música? O que gostavas que transmitisse às pessoas? 

B: Eu gosto de escrever, gosto de cantar, gosto de estar no estúdio a fazer música e de ser influenciado por tudo a minha volta, seja bom ou mau, há sempre forma de isso ser posto num poema juntamente com uma música que as vezes resulta num Reggae ou num Rock ou noutra coisa qualquer que eu ache apropriado para a minha visão. Sentir que há gente que percebe esses meus “delírios” é mais que suficiente para ter a noção que lhes passei alguma coisa, e isso, é a única coisa que eu lhes quero passar diretamente, a vontade de me escutarem.

5) M: O que podemos esperar num concerto ao vivo? 

B: Que vou deixar o meu suor no palco juntamente com o dos meus tropas no intuito de dar o melhor do nosso som a quem nos vai ver.

6) M: Destaca uma música. 

B: Impossível.

7) M: Que noção é que um artista nunca deve perder? 

B: Do ridículo.

8) M: Qual é o teu lema? 

B: Olha para o que digo, podes olhar para o que eu faço.

11) M: Deixem uma mensagem à MELANCIA mag e aos seus leitores. 

B: Força no vosso projeto, e que nunca esmoreçam, por melhor que seja uma ideia só com esforço é que se consegue manter de pé. Támos Juntos!

www.facebook.com/BezegolBanda

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